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Dr. Rafael Pereira Guimarães – Neurologista – São Paulo – SP

Dormência, formigamento, sensação de queimação, choques ou perda de sensibilidade nas mãos e nos pés podem ser sinais de neuropatia periférica, condição que ocorre quando os nervos dessas regiões são afetados de alguma forma.

neuropatia periférica

A neuropatia periférica não é uma doença única. Existem diversas causas, incluindo diabetes, deficiência de vitaminas, consumo excessivo de álcool, doenças autoimunes, alterações metabólicas, alguns medicamentos, infecções e doenças hereditárias.

Os sintomas variam conforme os nervos comprometidos. Algumas pessoas apresentam apenas alterações de sensibilidade, enquanto outras podem desenvolver dor neuropática, fraqueza muscular, desequilíbrio ou até alterações no intestino e bexiga.

Por isso, sintomas persistentes ou progressivos merecem avaliação para identificar se realmente existe uma neuropatia e, principalmente, qual é sua causa.

RESUMO RÁPIDO: neuropatia periférica é o comprometimento dos nervos periféricos. Formigamento, dormência, queimação e perda de sensibilidade estão entre as manifestações mais frequentes. Fraqueza, desequilíbrio e sintomas progressivos aumentam a necessidade de investigação.

Está apresentando formigamento, dormência ou queimação frequente nas mãos ou nos pés?

Uma avaliação neurológica pode ajudar a identificar se os sintomas estão relacionados aos nervos periféricos e definir a necessidade de investigação.


Quem é o profissional adequado para tratar e investiga Neuropatia periférica?

neurologista tontura e vertigem

Olá, antes de qualquer coisa, quero me apresentar a você de forma simples e transparente.
Meu nome é Dr. Rafael Pereira Campos Guimarães, sou médico Neurologista, inscrito no CRM-SP sob o número 236278 e no RQE 106401.

Toda a minha formação foi realizada em instituições públicas, o que para mim sempre representou não apenas um caminho profissional, mas também um compromisso com a medicina séria, acessível e baseada em ciência.
Sou graduado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e realizei minha Residência em Neurologia no Hospital Municipal São José, em Joinville – Santa Catarina, hospital reconhecido como referência em neurologia na região.

Residência Médica em Neurologia no Hospital Municipal São José – Joinville


Equipe de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Municipal São José em Joinville – 2022

Ao longo da minha jornada, aprendi algo que transformou profundamente a forma como exerço a medicina:
Conhecimento e esforço são essenciais, mas o verdadeiro tratamento vai muito além da escolha do melhor medicamento.

Tratar um paciente é:

  • Entender
  • Escutar
  • Acolher
  • Cuidar de forma integral

Cada pessoa carrega uma história única, hábitos próprios, medos, expectativas, crenças e uma família ao redor. E tudo isso muda completamente a maneira como o tratamento deve ser conduzido.

Por isso, meu trabalho é guiado por um princípio muito claro:


“Meu propósito é encontrar o melhor caminho para cada paciente, de forma individualizada e personalizada, com empatia, paciência e escuta verdadeira.”


Para cumprir esse propósito com responsabilidade e excelência, busquei uma formação contínua além da residência.
Realizei Extensão no Serviço de Dor do Hospital das Clínicas da USP, participei de diversas atualizações em congressos médicos, além de obter certificação em Neuromodulação pela UNIFESP e certificação em Medicina Canabinoide pela WeCann.

Congresso Brasileiro de Neurologia (2024)

Ambulatório de TBA para Espasticidade – Centro Especializado em Reabiliação – SP


Neuromodulação não Invasiva – UNIFESP

Toda essa bagagem técnica me permitiu construir uma atuação clínica sólida, atualizada e, principalmente, orientada para resultados reais na vida das pessoas.

Hoje, meu foco de atuação é voltado principalmente para:

  • Dor de Cabeça (Cefaléia)
  • Dor Crônica
  • AVC
  • Demências (Alzheimer e outras)
  • Aplicação de TBA para Enxaqueca e Espasticidade
  • Neuromodulação
  • Medicina Canabinóide

Sempre com um olhar atento, humano, respeitoso e individualizado.


Se você ou alguém da sua família enfrenta esquecimentos, suspeita de Alzheimer, dor crônica, AVC, cefaleia ou precisa de um acompanhamento neurológico cuidadoso, saiba que você não precisa enfrentar isso sozinho.
Estou aqui para caminhar com você, com ciência, empatia e compromisso real com sua saúde.


Como serão as consultas comigo?

Durante as consultas, gosto de explicar tudo com calma, em linguagem simples e acessível, para que não restem dúvidas.


Acredito que entender o que está acontecendo no próprio corpo e no próprio cérebro faz parte do tratamento. Um paciente bem orientado participa melhor das decisões, adere mais ao plano terapêutico e se sente mais seguro em todo o processo.

A primeira consulta é um momento muito importante, pois é quando consigo compreender a história completa do paciente — não apenas a doença, mas a pessoa como um todo: sua rotina, seus hábitos, suas dores, seus medos, sua família e o impacto real do problema na vida diária.



Para que essa avaliação seja o mais completa possível, na primeira consulta peço que tragam, sempre que tiverem:

  • Exames antigos (caso possuam);
  • Exames de imagem — tanto o laudo quanto, se possível, as próprias imagens;
  • A lista dos medicamentos que usam todos os dias;
  • O histórico médico prévio, incluindo:
    • Doenças já diagnosticadas,
    • Cirurgias realizadas,
    • Relatórios médicos anteriores,
    • Acompanhamento com outros profissionais de saúde.

Para mim, todas essas informações são valiosas para entender melhor o seu problema, identificar padrões, evitar repetições de exames desnecessários e construir um raciocínio clínico mais preciso.

Meu objetivo é que o paciente e os familiares entendam com clareza o que está acontecendo, participem ativamente das decisões e saiam da consulta com:

  • Um diagnóstico bem explicado (sempre que possível),
  • Um plano de tratamento claro e estruturado,
  • Orientações práticas para o dia a dia,
  • E a sensação de que não estão sozinhos naquele processo.

O acompanhamento é de perto. Eu não acredito em “consultas soltas”, sem continuidade. Após a consulta inicial, sigo acompanhando a evolução do paciente, ajustando o tratamento conforme a resposta clínica, as necessidades e as mudanças ao longo do tempo.

Mantenho contato direto por mensagens, realizo retornos presenciais ou por teleconsulta, e faço os ajustes necessários sempre que preciso, com responsabilidade, cuidado e atenção individualizada.

Essa proximidade traz mais segurança para o paciente e para a família, especialmente em condições como Alzheimer, AVC, dor crônica e outras doenças neurológicas que exigem acompanhamento contínuo.

Ao longo dos anos, esse modelo de atendimento próximo, humano e cuidadoso tem gerado resultados muito positivos.
Hoje, contamos com mais de 100 avaliações na Doctoralia e no Google, reflexo da confiança que os pacientes e familiares depositam no meu trabalho.



Por isso, posso dizer com tranquilidade:

Você pode contar comigo nessa jornada.


Iniciaremos uma caminhada juntos, no seu ritmo, com o objetivo de alcançar o melhor tratamento possível, o máximo de qualidade de vida e o melhor resultado que a medicina pode oferecer no seu caso.


O que é neuropatia periférica?

O sistema nervoso pode ser dividido, de maneira simplificada, em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico.

O cérebro e a medula espinhal fazem parte do sistema nervoso central. Já os nervos periféricos percorrem o organismo conectando essas estruturas aos músculos, à pele e aos órgãos.

Os nervos sensitivos permitem perceber estímulos como toque, temperatura, dor e vibração. Os nervos motores participam do controle dos músculos e dos movimentos. Já os nervos autonômicos estão envolvidos em funções involuntárias do organismo, como controle da pressão arterial, sudorese e funcionamento intestinal.

Quando esses nervos sofrem algum tipo de lesão ou disfunção, podem surgir os sintomas de uma neuropatia periférica.


Quais são os sintomas da neuropatia periférica?

Os sintomas dependem do tipo, da quantidade e da distribuição dos nervos comprometidos.

Entre os mais frequentes estão:

  • Formigamento;
  • Dormência;
  • Sensação de queimação;
  • Choques ou pontadas;
  • Redução da sensibilidade;
  • Dor ou hipersensibilidade ao toque;
  • Sensação de pés ou mãos “adormecidos”;
  • Dificuldade para perceber temperatura;
  • Perda de equilíbrio;
  • Fraqueza muscular.

Em algumas neuropatias, os sintomas começam nas pontas dos pés e progridem lentamente para regiões mais proximais das pernas. Posteriormente, as mãos também podem ser afetadas.

Esse padrão é popularmente descrito como distribuição em “meias e luvas”.

Entretanto, nem toda neuropatia apresenta esse comportamento. Existem neuropatias assimétricas, focais, predominantemente motoras, sensitivas ou autonômicas. O padrão dos sintomas fornece informações importantes sobre quais nervos podem estar comprometidos e sobre as possíveis causas.


Formigamento significa que tenho neuropatia periférica?

Não necessariamente.

O formigamento é um sintoma, enquanto neuropatia periférica é uma possível causa desse sintoma.

Uma pessoa pode apresentar formigamento por diversos motivos, incluindo compressões temporárias de um nervo, alterações da coluna, síndrome do túnel do carpo, ansiedade, distúrbios metabólicos e outras condições neurológicas.

Por isso, a presença isolada de formigamento não permite diagnosticar uma neuropatia. O contexto é fundamental.

Leia também: Formigamento frequente: ansiedade ou problema neurológico?


Quando os sintomas de neuropatia merecem atenção?

Formigamento ou dormência persistentes

Um sintoma que permanece durante dias ou semanas é diferente daquele que surge após dormir sobre o braço e desaparece rapidamente.

Progressão dos sintomas

Quando o formigamento começa nos pés e gradualmente sobe pelas pernas, ou quando novas regiões começam a ser afetadas, é importante investigar.

Perda de sensibilidade

A redução da capacidade de perceber dor, temperatura ou contato pode aumentar inclusive o risco de ferimentos não percebidos.

Dor em queimação ou choques

Algumas neuropatias provocam dor neuropática, frequentemente descrita como queimação, choque, pontada ou sensação elétrica.

Fraqueza muscular

Quando existe dificuldade para subir escadas, levantar os pés, segurar objetos ou realizar movimentos anteriormente fáceis, a avaliação ganha ainda mais importância.

Alterações do equilíbrio

A perda de informações sensitivas provenientes dos pés pode prejudicar o equilíbrio e aumentar o risco de quedas.

Sintomas assimétricos ou rapidamente progressivos

Sintomas muito diferentes entre os dois lados do corpo ou que evoluem rapidamente merecem atenção especial.

SINAIS QUE JUSTIFICAM AVALIAÇÃO MÉDICA

  • Formigamento ou dormência persistentes;
  • Sintomas que estão progredindo;
  • Perda de sensibilidade;
  • Dor intensa em queimação ou choque;
  • Fraqueza muscular;
  • Dificuldade para caminhar ou perda de equilíbrio;
  • Sintomas muito assimétricos;
  • Comprometimento de mãos e pés sem causa conhecida.

A presença desses sintomas não determina a causa da neuropatia. O objetivo da investigação é justamente compreender qual processo está afetando os nervos.

O formigamento ou a dormência estão se tornando frequentes?

Identificar o padrão dos sintomas é uma etapa importante para diferenciar neuropatias de outras condições que podem produzir manifestações semelhantes.


O que causa neuropatia periférica?

Existem diversas causas possíveis. A investigação deve considerar o padrão dos sintomas, velocidade de evolução, doenças associadas, medicamentos utilizados e histórico familiar.

Diabetes

O diabetes é uma das causas mais frequentes de polineuropatia. A exposição prolongada a níveis elevados de glicose pode causar danos progressivos aos nervos, especialmente aqueles mais longos, razão pela qual os sintomas frequentemente começam nos pés.

Deficiências nutricionais

Algumas vitaminas são importantes para o funcionamento adequado do sistema nervoso. Alterações, especialmente envolvendo determinadas vitaminas do complexo B, podem estar associadas a neuropatias.

Entretanto, suplementação indiscriminada também não é recomendada: excesso de algumas vitaminas, por exemplo a vitamina b6, pode provocar neuropatia sensitiva.

Consumo excessivo de álcool

O consumo crônico e excessivo de álcool pode lesar diretamente os nervos e também estar associado a deficiências nutricionais.

Doenças autoimunes e inflamatórias

Algumas doenças provocam uma resposta imunológica contra componentes dos nervos periféricos. Esses casos podem apresentar características clínicas diferentes das neuropatias metabólicas mais comuns e, em determinadas situações, exigem investigação e tratamento específicos.

Doenças renais, hepáticas e metabólicas

Algumas doenças sistêmicas podem comprometer secundariamente os nervos periféricos.

Medicamentos e substâncias tóxicas

Determinados medicamentos, incluindo alguns quimioterápicos, podem provocar neuropatia periférica. A relação temporal entre início dos sintomas e exposição a medicamentos ou substâncias é uma informação importante durante a consulta.

Infecções

Algumas infecções podem afetar direta ou indiretamente os nervos periféricos.

Doenças hereditárias

Existem neuropatias causadas por alterações genéticas. A presença de sintomas semelhantes em familiares, deformidades nos pés ou uma evolução muito lenta ao longo de muitos anos pode levantar essa possibilidade.

Neuropatia idiopática

Apesar da investigação, nem sempre é possível identificar uma causa específica. Nesses casos, a neuropatia pode ser classificada como idiopática, dependendo do contexto clínico.


Neuropatia ou problema na coluna: como diferenciar?

Essa é uma dúvida extremamente frequente.

Problemas da coluna, especialmente quando comprometem uma raiz nervosa, podem causar dor, formigamento, dormência e até fraqueza. Porém, a distribuição costuma ser diferente.

Característica Neuropatia periférica Radiculopatia / problema de coluna
Distribuição Frequentemente pés e mãos Geralmente segue território de uma raiz
Simetria Muitas vezes bilateral Pode predominar em um lado
Dor cervical/lombar Pode não existir Pode estar presente
Formigamento Frequente Frequente
Perda de sensibilidade Pode ocorrer Pode ocorrer
Fraqueza Pode ocorrer Pode ocorrer
Reflexos Podem estar reduzidos Podem se alterar conforme a raiz

Essa comparação é apenas didática. Na prática, as duas condições podem inclusive coexistir, principalmente em pessoas mais velhas, diabéticas ou com alterações degenerativas da coluna.

É justamente por isso que nem sempre uma alteração encontrada na ressonância da coluna explica todos os sintomas do paciente.


Neuropatia pode causar dor?

Sim. Quando a lesão dos nervos produz dor, utilizamos o conceito de dor neuropática.

Ela pode ser descrita como queimação, choque, pontadas, sensação elétrica, dor provocada por estímulos normalmente pouco dolorosos ou hipersensibilidade ao toque.

Algumas pessoas relatam que até o contato do lençol sobre os pés se torna desconfortável.

Reconhecer esse padrão é importante porque o tratamento da dor neuropática pode ser diferente daquele utilizado para dores predominantemente musculares ou articulares.


Neuropatia pode causar perda de equilíbrio?

Pode. Para manter o equilíbrio, o cérebro utiliza informações provenientes da visão, do sistema vestibular e da sensibilidade das pernas e dos pés.

Quando uma neuropatia compromete a percepção de posição e vibração, o cérebro passa a receber menos informações sobre a posição dos pés no espaço.

Alguns pacientes percebem maior insegurança para caminhar no escuro, dificuldade em terrenos irregulares, sensação de não perceber adequadamente o chão, desequilíbrio e maior risco de quedas.

Por isso, em determinados pacientes, a queixa inicial pode não ser dor ou formigamento, mas dificuldade para caminhar.


Como o neurologista investiga uma neuropatia?

A investigação começa pela história clínica e pelo exame neurológico. É importante entender quando os sintomas começaram, como estão evoluindo, quais regiões do corpo foram afetadas e se existem manifestações associadas, como dor, fraqueza ou alterações do equilíbrio.

Durante o exame neurológico, são avaliados aspectos como força muscular, reflexos, diferentes modalidades de sensibilidade, equilíbrio e marcha. A distribuição dessas alterações ajuda a determinar quais nervos podem estar comprometidos e qual padrão de neuropatia deve ser considerado.

Exames laboratoriais

Dependendo do quadro, podem ser solicitados exames para investigar causas metabólicas, nutricionais, hematológicas, renais, hepáticas, tireoidianas, imunológicas ou infecciosas.

Os exames devem ser escolhidos de acordo com a história e o padrão clínico, pois não existe um único exame de sangue capaz de identificar todas as causas de neuropatia.

Eletroneuromiografia

A eletroneuromiografia (ENMG) é um dos principais exames utilizados na investigação das neuropatias periféricas. Ela avalia a função dos nervos e músculos e pode ajudar a confirmar o comprometimento do sistema nervoso periférico, determinar sua distribuição e caracterizar melhor o tipo de alteração.

Também pode ser útil para diferenciar uma neuropatia de outras condições, como determinadas radiculopatias relacionadas à coluna.

Entretanto, uma eletroneuromiografia normal não exclui todas as neuropatias. Algumas condições, especialmente as neuropatias que comprometem predominantemente fibras finas, podem exigir outros métodos de investigação.

Em situações específicas, exames adicionais, como testes genéticos, imunológicos ou avaliação de fibras finas, podem ser indicados.

A escolha dos exames depende do padrão encontrado na consulta e não deve ser igual para todos os pacientes.


Neuropatia periférica tem cura?

Essa resposta depende fundamentalmente da causa da neuropatia e do grau de lesão dos nervos.

Algumas neuropatias podem melhorar significativamente quando a causa é identificada e tratada. Em outras situações, o objetivo pode ser impedir ou reduzir a progressão da lesão, controlar sintomas e preservar a função.

Dependendo da causa, o tratamento pode envolver controle adequado de doenças metabólicas, correção de deficiências nutricionais, retirada ou substituição de uma substância causadora quando possível, tratamento de doenças inflamatórias específicas, controle da dor neuropática, fisioterapia, prevenção de quedas e cuidados com os pés em pacientes com perda de sensibilidade.

Portanto, não existe um único tratamento para todas as neuropatias.

Qual é a causa da neuropatia?

Quanto mais específica for essa resposta, mais direcionado poderá ser o tratamento.


Quando procurar um Neurologista?

Vale procurar avaliação neurológica principalmente quando houver formigamento ou dormência persistentes, perda de sensibilidade, dor neuropática, fraqueza, alterações de equilíbrio ou progressão dos sintomas.

Também merece investigação quando não existe uma explicação clara para os sintomas ou quando tratamentos anteriores não resolveram o problema.

Sintomas rapidamente progressivos, fraqueza importante, dificuldade crescente para caminhar ou outras alterações neurológicas agudas podem exigir avaliação médica mais rápida.

A avaliação neurológica permite analisar o padrão dos sintomas, realizar o exame neurológico e definir quais exames são realmente necessários para investigar a causa.


Perguntas frequentes sobre neuropatia periférica

Neuropatia periférica tem cura?

Depende da causa. Algumas neuropatias podem melhorar com o tratamento da condição responsável; outras podem exigir controle dos sintomas e acompanhamento para reduzir progressão e complicações.

Neuropatia causa formigamento?

Sim. Formigamento e dormência estão entre os sintomas mais frequentes, embora também possam ocorrer por diversas outras causas.

Neuropatia pode causar queimação nos pés?

Sim. Queimação nos pés é uma manifestação possível de dor neuropática e pode ocorrer em diferentes tipos de neuropatia.

Neuropatia pode causar fraqueza?

Sim. Quando fibras motoras são comprometidas, pode ocorrer perda de força muscular.

Neuropatia pode causar desequilíbrio?

Sim. A redução da sensibilidade e da percepção da posição dos pés pode comprometer o equilíbrio, principalmente no escuro ou em superfícies irregulares.

Qual exame detecta neuropatia?

Não existe um único exame capaz de diagnosticar todas as neuropatias. A investigação combina história clínica, exame neurológico e exames complementares selecionados. A eletroneuromiografia é muito útil em diversos casos, mas não identifica todas as formas de neuropatia.

Eletroneuromiografia normal exclui neuropatia?

Não. Algumas neuropatias, especialmente aquelas predominantemente de fibras finas, podem não produzir alterações nos estudos convencionais de condução nervosa.

Diabetes pode causar neuropatia?

Sim. O diabetes é uma das causas mais frequentes de neuropatia periférica.

Ansiedade pode causar sintomas parecidos com neuropatia?

Ansiedade e hiperventilação podem provocar parestesias, mas sintomas persistentes não devem ser automaticamente atribuídos à ansiedade sem considerar outras possibilidades clínicas.


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