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Dr. Rafael Pereira Guimarães – Neurologista – São Paulo – SP

O cérebro fala. Às vezes em silêncio. Uma dor de cabeça que não passa. Um esquecimento que começa a incomodar. Uma tontura sem explicação. Um formigamento que aparece do nada.

Esses sinais são o jeito do seu corpo avisar: algo pode não estar bem.

Analisar o que está acontecendo pode ser complexo e muitas vezes um desafio, e é aí que entra o papel do Neurologista — o médico especialista em Neurologia, que cuida do cérebro, medula, dos nervos e músculos.


Quem é o profissional adequado para tratar dos problemas do cérebro?

Neurolgoista Alzheimer

Olá, antes de qualquer coisa, quero me apresentar a você de forma simples e transparente.
Meu nome é Dr. Rafael Pereira Campos Guimarães, sou médico Neurologista, inscrito no CRM-SP sob o número 236278 e no RQE 106401.

Toda a minha formação foi realizada em instituições públicas, o que para mim sempre representou não apenas um caminho profissional, mas também um compromisso com a medicina séria, acessível e baseada em ciência.
Sou graduado em Medicina pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e realizei minha Residência em Neurologia no Hospital Municipal São José, em Joinville – Santa Catarina, hospital reconhecido como referência em neurologia na região.

Residência Médica em Neurologia no Hospital Municipal São José – Joinville


Equipe de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Municipal São José em Joinville – 2022

Ao longo da minha jornada, aprendi algo que transformou profundamente a forma como exerço a medicina:
Conhecimento e esforço são essenciais, mas o verdadeiro tratamento vai muito além da escolha do melhor medicamento.

Tratar um paciente é:

  • Entender
  • Escutar
  • Acolher
  • Cuidar de forma integral

Cada pessoa carrega uma história única, hábitos próprios, medos, expectativas, crenças e uma família ao redor. E tudo isso muda completamente a maneira como o tratamento deve ser conduzido.

Por isso, meu trabalho é guiado por um princípio muito claro:


“Meu propósito é encontrar o melhor caminho para cada paciente, de forma individualizada e personalizada, com empatia, paciência e escuta verdadeira.”



Para cumprir esse propósito com responsabilidade e excelência, busquei uma formação contínua além da residência.
Realizei Extensão no Serviço de Dor do Hospital das Clínicas da USP, participei de diversas atualizações em congressos médicos, além de obter certificação em Neuromodulação pela UNIFESP e certificação em Medicina Canabinoide pela WeCann.

Congresso Brasileiro de Neurologia (2024)

Ambulatório de TBA para Espasticidade – Centro Especializado em Reabiliação – SP


Neuromodulação não Invasiva – UNIFESP

Toda essa bagagem técnica me permitiu construir uma atuação clínica sólida, atualizada e, principalmente, orientada para resultados reais na vida das pessoas.

Hoje, meu foco de atuação é voltado principalmente para:

  • Dor de Cabeça (Cefaléia)
  • Dor Crônica
  • AVC
  • Demências (Alzheimer e outras)
  • Aplicação de TBA para Enxaqueca e Espasticidade
  • Neuromodulação
  • Medicina Canabinóide

Sempre com um olhar atento, humano, respeitoso e individualizado.



Se você ou alguém da sua família enfrenta esquecimentos, suspeita de Alzheimer, dor crônica, AVC, cefaleia ou precisa de um acompanhamento neurológico cuidadoso, saiba que você não precisa enfrentar isso sozinho.
Estou aqui para caminhar com você, com ciência, empatia e compromisso real com sua saúde.


Como serão as consultas comigo?

Durante as consultas, gosto de explicar tudo com calma, em linguagem simples e acessível, para que não restem dúvidas.


Acredito que entender o que está acontecendo no próprio corpo e no próprio cérebro faz parte do tratamento. Um paciente bem orientado participa melhor das decisões, adere mais ao plano terapêutico e se sente mais seguro em todo o processo.

A primeira consulta é um momento muito importante, pois é quando consigo compreender a história completa do paciente — não apenas a doença, mas a pessoa como um todo: sua rotina, seus hábitos, suas dores, seus medos, sua família e o impacto real do problema na vida diária.




Para que essa avaliação seja o mais completa possível, na primeira consulta peço que tragam, sempre que tiverem:

  • Exames antigos (caso possuam);
  • Exames de imagem — tanto o laudo quanto, se possível, as próprias imagens;
  • A lista dos medicamentos que usam todos os dias;
  • O histórico médico prévio, incluindo:
    • Doenças já diagnosticadas,
    • Cirurgias realizadas,
    • Relatórios médicos anteriores,
    • Acompanhamento com outros profissionais de saúde.

Para mim, todas essas informações são valiosas para entender melhor o seu problema, identificar padrões, evitar repetições de exames desnecessários e construir um raciocínio clínico mais preciso.

Meu objetivo é que o paciente e os familiares entendam com clareza o que está acontecendo, participem ativamente das decisões e saiam da consulta com:

  • Um diagnóstico bem explicado (sempre que possível),
  • Um plano de tratamento claro e estruturado,
  • Orientações práticas para o dia a dia,
  • E a sensação de que não estão sozinhos naquele processo.

O acompanhamento é de perto. Eu não acredito em “consultas soltas”, sem continuidade. Após a consulta inicial, sigo acompanhando a evolução do paciente, ajustando o tratamento conforme a resposta clínica, as necessidades e as mudanças ao longo do tempo.

Mantenho contato direto por mensagens, realizo retornos presenciais ou por teleconsulta, e faço os ajustes necessários sempre que preciso, com responsabilidade, cuidado e atenção individualizada.

Essa proximidade traz mais segurança para o paciente e para a família, especialmente em condições como Alzheimer, AVC, dor crônica e outras doenças neurológicas que exigem acompanhamento contínuo.

Ao longo dos anos, esse modelo de atendimento próximo, humano e cuidadoso tem gerado resultados muito positivos.
Hoje, contamos com mais de 100 avaliações na Doctoralia e no Google, reflexo da confiança que os pacientes e familiares depositam no meu trabalho.




Por isso, posso dizer com tranquilidade:

Você pode contar comigo nessa jornada.


Iniciaremos uma caminhada juntos, no seu ritmo, com o objetivo de alcançar o melhor tratamento possível, o máximo de qualidade de vida e o melhor resultado que a medicina pode oferecer no seu caso.



O perigo de ignorar sintomas cerebrais

O cérebro raramente “grita” logo no início.
As doenças neurológicas costumam começar com sintomas discretos.
Uma dor leve, um lapso de memória, uma fraqueza passageira, alterações de sensibilidade em pernas ou braços.

Ignorar esses sinais pode atrasar o diagnóstico.
E, em muitos casos, o tempo faz toda a diferença entre tratar e recuperar ou conviver com sequelas.

Cuidar do cérebro não é exagero. É prevenção.


 As 6 Doenças cerebrais mais tratadas pelos Neurologistas.

Algumas condições neurológicas mudam completamente o dia a dia.
Elas podem afetar a fala, a memória, o movimento e até a personalidade.

As 6 doenças mais comuns na Neurologia incluem:

  1. Acidente Vascular Cerebral (AVC): ocorre quando há entupimento ou rompimento de um vaso cerebral. É uma das principais causas de incapacidade no mundo.
  2. Doença de Alzheimer e demências: comprometem memória, raciocínio e comportamento, impactando toda a família.
  3. Doença de Parkinson: provoca tremores, lentidão e rigidez muscular. Também pode causar alterações no sono e no humor.
  4. Cefaleias e enxaquecas crônicas: prejudicam o trabalho, o sono e a qualidade de vida.
  5. Epilepsia: causa crises convulsivas e requer acompanhamento contínuo.
  6. Dor crônica e neuropatias: provocam dor persistente e sensações anormais pelo corpo.

Cada uma delas tem uma melhor evolução quando diagnosticada cedo e com o acompanhamento personalizado.



Neuroplasticidade e Neurogênese – o Cerebro continua se Readaptando frequentemente.

Hoje sabemos que o cérebro tem capacidade de reorganizar conexões — a chamada neuroplasticidade.
Isso significa que ele pode se adaptar e até se recuperar de lesões.

E sabemos tambem que a Neurogenese, que é criaçao de novos neurônios, continua acontecendo na fase adulta, diferente do que se acreditava antigamente que acontecia apenas na infância.

Novos tratamentos têm surgido:

  • Medicamentos biológicos para enxaqueca e esclerose múltipla.
  • Estimulação cerebral não invasiva (TMS e tDCS) para Dor, Depressão e Reabilitação pós-AVC.
  • Terapias neurocognitivas que fortalecem memória e atenção.

O cuidado neurológico nunca foi tão preciso e promissor.


Perguntas mais comuns sobre os Neurologistas


O que faz um neurologista?

O neurologista cuida do cérebro, medula, nervos e músculos.
Ele investiga sintomas como dor de cabeça, tremores, esquecimentos, formigamento e tontura.
Atua tanto no tratamento quanto na prevenção de doenças neurológicas.


1) Quando devo procurar um neurologista?

Procure se sentir:

  1. Dor de cabeça forte ou diferente.
  2. Fraqueza, dormência ou formigamento.
  3. Esquecimentos ou confusão mental.
  4. Tontura, desequilíbrio ou queda frequente.
  5. Tremores, desmaios ou convulsões.
  6. Dificuldade para dormir persistente.

E mesmo sem sintomas, vale a consulta se há histórico familiar de doenças cerebrais.



2) Quais são os sintomas de um problema neurológico?

  1. Dor de cabeça que não passa.
  2. Alterações na visão, fala ou coordenação.
  3. Dificuldade para segurar objetos ou caminhar.
  4. Perda de sensibilidade ou força.
  5. Esquecimentos ou lapsos de memória.
  6. Mudanças de humor e comportamento.
  7. Dificuldades para dormir ou manter o sono – insônia.

Cada sintoma é uma pista que o cérebro envia.


 3) Quais doenças o neurologista trata?

Entre as principais:

  1. Enxaqueca e cefaleia crônica.
  2. AVC.
  3. Doença de Alzheimer e demências.
  4. Parkinson e tremores.
  5. Epilepsia e convulsões.
  6. Esclerose múltipla.
  7. Dor crônica e neuropatias.
  8. Distúrbios do sono.
  9. TDAH e dificuldades cognitivas.
  10. Doenças neuromusculares.
AVC neurologia


4) Qual a diferença entre neurologista e neurocirurgião?

O neurologista trata doenças do sistema nervoso com medicamentos, reabilitação e acompanhamento.
O neurocirurgião realiza cirurgias no cérebro, na coluna ou nos nervos.
Muitas vezes, os dois trabalham em conjunto.


 5) O que esperar da primeira consulta?

A consulta é tranquila e acolhedora.
O neurologista ouve o que você sente, faz perguntas detalhadas e realiza o exame neurológico.
Ele avalia reflexos, equilíbrio, memória e fala.
Depois, caso tenha necessidade, pode complementar o exame com ressonância magnética, eletroencefalograma, eletroneuromiografia dentre outros.


6) Sou muito distraído… será que tenho TDAH?

Nem sempre.
Ser distraído pode estar ligado a cansaço, ansiedade ou excesso de estímulos.
Mas se a falta de foco atrapalha o trabalho ou o estudo, pode ser TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).

O neurologista avalia o padrão dos sintomas e indica o tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação e ajustes de rotina.

TDAH e neurologia

7) Tenho dor de cabeça várias vezes na semana. Devo me preocupar?

Sim.
Dor de cabeça frequente não é normal.
Pode ser enxaqueca, cefaleia tensional ou até sinal de outro problema.

Um neurologista identifica o tipo de dor e define o melhor tratamento, evitando abuso de analgésicos e crises mais fortes.

*Faça no Quiz no final da página e saiba se deve ou não se preocupar com sua dor.



8) Tremores significam que tenho Parkinson?

Nem sempre.
Existem tremores por ansiedade, fadiga ou medicamentos.
O tremor do Parkinson é diferente — aparece em repouso e vem com lentidão ou rigidez.

O neurologista analisa a origem e orienta o tratamento correto.



9) Esquecimentos indicam Alzheimer?

Não necessariamente.
Podem surgir por estresse, falta de sono ou até deficiência de vitaminas.
Mas se a perda de memória for progressiva e começar a atrapalhar o dia a dia, é importante investigar.

O diagnóstico precoce ajuda a planejar o tratamento e preservar a autonomia.

alzheimer e neurologia


10) Convulsões ou desmaios — devo me preocupar?

Sim.
Mesmo uma crise isolada precisa de investigação.
As causas podem ser diversas: febre, alteração metabólica, epilepsia ou lesão cerebral.

O neurologista avalia o tipo de crise e solicita exames para definir a origem e prevenir novos episódios.


11) Quando fazer um check-up neurológico?

O check-up neurológico é uma avaliação preventiva do cérebro.
Serve para detectar alterações antes que virem doenças.

É indicado para quem:

  1. Tem histórico familiar de doenças neurológicas.
  2. Sofre de hipertensão, diabetes ou colesterol alto.
  3. Sente sintomas leves, como perda de memória, formigamentos e etc, porém frequentes.
  4. Vive sob estresse constante ou dorme mal.

O check-up inclui consulta, exame neurológico e, se necessário, exames de imagem e memória.



Cuidando antes que algo aconteça

O cérebro muda com o tempo.
Assim como fazemos check-up do coração, é essencial cuidar da mente.

O check-up neurológico ajuda a:

  1. Avaliar memória, raciocínio e atenção;
  2. Medir risco de AVC e demência;
  3. Detectar alterações do sono e do humor;
  4. Ajustar fatores de risco antes de causar danos.

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12) O que devo perguntar ao meu Neurologista?

Costumo dizer, traga a maior quantidade de dúvidas possíveis, anote tudo, mas aqui vai algumas dicas de boas perguntas:

  1. O que pode estar causando meus sintomas?
  2. Que exames são realmente necessários?
  3. Existe tratamento definitivo?
  4. Como posso ajudar na melhora?
  5. O que posso mudar na rotina?

A consulta é um diálogo. Nenhuma dúvida é pequena demais.



Cuidar do cérebro é cuidar da vida

Seu cérebro guarda quem você é — suas lembranças, ideias e emoções.
Negligenciá-lo é como ignorar o alicerce da sua própria casa.

Cuidar do cérebro é investir em clareza, equilíbrio e qualidade de vida.
É garantir mais tempo para viver bem e com autonomia.


“O cérebro fala em pequenos sinais.
Escute o que ele tenta dizer.
Cuidar cedo é mais fácil do que remediar depois.”



Veja também:

  1. TDAH, estresse ou algo mais?
  2. Faça nosso Quiz Sobre Dor de Cabeça e descubra se vale a pena uma avaliação especializada.
  3. Faça também nosso Quiz e veja Quando o Esquecimento afeta no dia a dia.
  4. Qual melhor medicamentos para Enxaqueca, e porque só ele não basta?
  5. Como controlar a enxaqueca? Porque não demorar à tratar?
  6. 9 sinais e sintomas de AVC pouco falados
  7. Dor crônica – tudo que você precisa saber
  8. Tremor e Doença de Parkinson
  9. Insônia, como a falta de sono afeta o seu cerebro.

Referências

  • Continuum Neurology – Pain Management in Neurology, 2024.
  • KLEIM, J. A.; JONES, T. A. Principles of experience-dependent neural plasticity: implications for rehabilitation after brain damage. Journal of Speech, Language, and Hearing Research, 2008.
  • CASTILLO, P. R. et al. Clinical neurobiology of sleep and wakefulness. Continuum (Minneapolis, Minn.), v. 29, n. 4, 2023.
  • HOGANS, B. B. et al. Pain management in neurology. Continuum (Minneapolis, Minn.), v. 30, n. 5, 2024.
  • ASHINA, M. et al. Migraine. Nature Reviews Disease Primers, 2021.
  • LIVINGSTON, G. et al. Dementia prevention, intervention, and care. New England Journal of Medicine, 2020

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